quarta-feira, 26 de maio de 2010

A vida é festa

(Publicado na Folha da Praia, em agosto de 2009)

Não sei o que seria do bravo povo brasileiro e deste solitário exilado se não fossem as noites de alegria propiciadas pela Lucianta Ximenes. A moça se supera a cada dia. E quer o quê? Que ela faça alguma coisa? Fazer, fazer, quem faz é a turma do Pânico, que tem de dar literalmente a cara a tapa para tirar umas graças. Lucianta não. É a mulé do dono, porra. Quer o quê, mais?
Na segunda, 25/8, Anta convidou a última celebridade dos últimos 15 segundos: uma tal Mulé Melão, outra aleijada, igual à Melancia. Meu Deus: aquilo é show de horrores. Nem o pior dos papadores de mocréias aproveitava as curvas da celulótica Melão. E qual o mérito da moça, qual? Nada, absolutamente nada. Dá lá uns sacolejos, grita “créu” ou algo parecido, ameaça botar pra fora os gigantescos melões e pronto: acabou o show.
Anta, mulé de rico, é socialite paulistana, mas é miserável de estilo, carente de amigos bacanas. Na falta, ela se vira com umas bichinhas fechosas. Tem um rapaz lá, um fascistinha empombado, que se apresenta como jornalista e, em nome de seu “jornalismo”, assaca contra a pobre Melão. Passa o programa tentando fazer a moça confessar que é de programa, uma puta, portanto. Como Lucianta é só festa, o programa acaba em funk. E todos rebolam ao som do MC (cuidado: a pronúncia é Ême Cí), inclusive o afetado e a peituda. Viva a grande lareira eletrônica!

Um comentário:

sonia disse...

Luciano, vc é ótimo! copiei lá pro meu blog!